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Contribuição do consumo para o crescimento econômico aumentou em 5% em 2025

28.01.2026 08h14 
Contribuição do consumo para o crescimento econômico aumentou em 5% em 2025

O Escritório de Informação do Conselho de Estado da China realizou, na segunda-feira (26), uma coletiva de imprensa para apresentar os trabalhos e o desempenho do setor comercial em 2025, além de anunciar as medidas previstas para 2026 voltadas ao estímulo do consumo e à ampliação do investimento bidirecional.

O vice-ministro do Comércio, Yan Dong, afirmou que, em 2025, o Ministério do Comércio da China manteve a integração estreita entre a melhoria do bem-estar da população e o estímulo ao consumo.

Com uma estratégia de "políticas + atividades" como motor duplo, foi criada a marca "Compre na China", liberando o potencial do consumo. Ao longo do ano, o total de vendas no varejo de bens de consumo social ultrapassou, pela primeira vez, 50 trilhões de yuans, alcançando 50,1 trilhões de yuans, um crescimento anual de 3,7%.

A contribuição do consumo para o crescimento econômico aumentou 5 pontos percentuais, chegando a 52%. No consumo de bens, foi ampliada e aprimorada a política de troca de bens de consumo usados por novos. As vendas de produtos relacionados a automóveis, eletrodomésticos e celulares somaram 2,61 trilhões de yuans, beneficiando 366 milhões de pessoas.

No consumo de serviços, foi implementada uma ação para elevar a qualidade do consumo de serviços em benefício da população. As vendas no varejo de serviços cresceram 5,5% no ano, com serviços como cultura, esportes e lazer, turismo, consultoria, aluguel e transporte mantendo crescimento de dois dígitos.

No que diz respeito à inovação de cenários de consumo, foram realizados projetos-piloto para a construção de um ambiente de consumo internacionalizado, com a otimização da política de reembolso de impostos na saída do país. As vendas de produtos com reembolso de impostos para turistas estrangeiros quase dobraram. Um ano após a implementação da política de isenção de visto de trânsito por 240 horas, o número de estrangeiros que entraram no país sem visto aumentou em quase 30%.